RECORTES – O DUENDE DA PONTE, PATRÍCIA RAE WOLFF, ED. BRINQUE-BOOK

Hoje era o primeiro dia de aula e Teo não queria se atrasar. Engoliu o café da manhã, pegou a mochila e despediu-se da sua mãe com um beijo.
– Tenha um bom dia – ela falou – e cuidado com o duende.
– Sim, mamãe – respondeu Teo.
Ele atravessou o campo, subiu o morro e desceu pelo longo caminho. Quando chegou na ponte, parou e olhou em volta.
No momento em que Teo pisou na madeira apodrecida da ponte, um duende medonho e terrível saltou à sua frente.
– Essa ponte é MINHA! – rosnou o duende.
– Mas eu preciso atravessar a ponte para ir à escola – disse Teo.
– Por quê? – perguntou o duende.
– Para ficar inteligente.
– Essa não é uma boa razão – falou o duende.
– Eu tenho que ir à escola porque minha mãe mandou – disse Teo.
– Ah – disse o duende – ESSA é uma boa razão.
Teo começou a atravessar a ponte.
– Espere! – disse o duende, pulando à frente de Teo – Esta ponte é MINHA e tem pedágio. Você tem de pagar um centavo para cruzá-la.
Teo pensou um pouco. Não podia pagar um centavo todos os dias para ir à escola. Ele teria de entrar em acordo com o duende.
– Tenho uma ideia – disse Teo – Vamos brincar de adivinha. Se você responder certo, eu não atravesso a ponte. Mas se eu responder, atravesso de graça hoje.

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